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Participe de Uma Reunião

Consiste em rodada de negócios semanal, exclusiva para os empreendedores associados ao Mercado Econômico Cooperativo . Reúne simultaneamente milhares de associados, em todas as cidades em que há organizações.

 

É uma ferramenta poderosa que propicia aos associados, contatos com micros, pequenos e médios empresários também associados, que a utilizam para alcançar o sucesso.

 

Considerada um dos instrumentos mais eficazes para a promoção de negócios, as reuniões têm o intuito de fortalecer a atuação do empreendedor no cenário econômico do mercado, nacional e internacional.

O empreendedor poderá apresentar seu projeto, produto e empresa, a empreendedores realmente interessados em realizar bons negócios.

 

O empreendedor conta com o Diretor de Negócios, que lhe orienta e direciona a novos negócios, às parcerias e aos segmentos de mercado. Possibilitando a abertura de negócios exclusiva entre associados de todas as organizações, a nível nacional e internacional.

Cresce a venda em domicílio

Veículo: Estado de São Paulo | 05/06/2005

Com catálogo em mão, de porta em porta, revendedores autônomos de perfumes,cosméticos, roupas, acessórios ou utensílios domésticos desbravam o mercado de vendas diretas do País. Pouco investimento e muita determinação fazem dos profissionais lojas ambulantes. Atentos às exigências dos clientes, os revendedores precisam enfrentar os desafios do negócio com empreendedorismo.Os números do setor apresentam motivos para comemoração. Segundo dados da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (Abevd), o ramo movimentou R$ 10,4 bilhões no ano passado, registrando crescimento de 27,5% em relação a 2003. O País tem projeção externa e, segundo a Federação Mundial das Associações de Vendas Diretas (WFDSA, em inglês), ocupa a 7.ª colocação no ranking internacional. As vendas diretas garantem renda a milhares de brasileiros. Ainda em 2004, o número de empreendedores chegou a 1,5 milhões ante 1,3 milhões no ano anterior. Contrariando o atual ritmo de desacelaração da economia do País, a renda média dos revendedores cresceu 20% neste primeiro semestre e atingiu R$ 550 por mês Para o presidente da Abevd, Rodolfo Guttilla, a geração de rendimento por meio de vendas diretas é positiva por conta do desemprego nos grandes centros urbanos e pela ausência de exigências para o exercício da atividade.

“Em muitos casos, as vendas diretas representam uma complementação da renda fixa. Mas o vendedor pode esperar um bom retorno financeiro do negócio.”No entanto, se aventurar nas vendas diretas e partir de porta em porta em busca de clientes e, conseqüentemente, renda exige cuidados. Segundo o gerente de Mercado da Natura, Fernando Bonamico, todo consultor é uma loja. “É preciso organização, fazer uma boa agenda, conhecer os clientes e ter estoque”, diz.

Para se tornar consultor Natura, o empreendedor precisa investir R$ 170 no kit de mostruário de produtos.O revendedor tem direito a30%de lucro sobre o preço catalogado pela Natura. Atualmente, a empresa tem 420 mil revendedores no País.Segundo a diretora de Inovação de Vendas da Avon, Márcia Gonçales, a determinação também é vista como fator importante para o sucesso. “A revendedora ganha em média 30%, mas, na venda direta, o esforço faz com que ela lucre mais. Você ganha conforme o envolvimento. Não há limite”, explica. A Avon está presente no País desde 1959 e tem 900 mil revendedores.

EMPRESA
A experiência como revendedora fez a mãe de Juliana Carvalho investir no próprio negócio.A diretora Financeira da Fator 5 explica que a empresa, com 90 mil revendedores, atua no ramo de contra tipos – perfume de tendências olfativas consagradas.Okit de venda básico custa R$ 48 e o profissional, R$ 158. O revendedor pode faturar entre R$ 7,50 e R$ 10,50 por frasco. “Se vender três perfumes por dia pode ganhar até R$ 1 mil por mês”, diz Juliana

Cama, mesa, banho e até suco exótico aos clientes A força das vendas diretas ultrapassa os tradicionais produtos dos catálogos de cosméticos. Empresas investem na variedade de oferta para atender um mercado cada vez mais crescente. Há seis décadas, a Hermes, por exemplo, atua com diversificação. Segundo o diretor de Marketing da empresa, Gustavo Bach, 300 mil revendedores oferecem 15 mil produtos.“A gente não fabrica nada, compramos tudo de terceiros. As marcas consolidadas são preservadas e em confecção inserimos a marca Hermes”, explica Bach.Além do segmento de vestuário, a empresa também comercializa utensílios domésticos, brinquedos e acessórios.Atuando em vendas diretas da Hermes, o revendedor pode lucrar R$ 500 por mês, em média.“Tenho revendedor que fatura até R$ 1 mil, mas a maioria complementa a renda e ganha R$ 200”, diz Bach.A Tahitian Noni apresenta novidade ao mercado brasileiro. Segundo o diretor-geral, Gilberto Guitti, o suco concentrado à base de noni apenas pode ser adquirido por venda direta. “A fruta é exótica e pode ser encontrada em qualquer lugar da Polinésia Francesa.”Guitti conta que atualmente a empresa tem 17 mil revendedores no País, que podem lucrar, em média, 30% sobre o valor do produto.

De porta em porta, dinheiro no bolso
Os negócios em vendas diretas têm a capacidade de unir histórias de vidas distintas como a do ex-jogador de futebol André Cardoso da Silva, de 27 anos, da dona de casa Maria Rodrigues Soares, de 41, e da economista Lídia Toscano de Britto, de 48. Objetivo dos empreendedores: conquistar novos clientes. E, embora pertençam a classes sociais distintas e tenham formações diferenciadas, ambos são profissionais que investem e acreditam nos resultados das vendas porta a porta.

A dificuldade para ingressar em grande time de futebol fez com que André Cardoso da Silva se aventurasse em ramo de negócio majoritariamente feminino. Nos momentos de necessidades, em paralelo ao esporte, ele precisou contar com as vendas diretas de perfumes da Fator 5 como fonte de renda para o sustento da família. A dificuldade para ingressar em grande time de futebol fez com que André Cardoso da Silva se aventurasse em ramo de negócio majoritariamente feminino. Nos momentos de necessidades, em paralelo ao esporte, ele precisou contar com as vendas diretas de perfumes da Fator 5 como fonte de renda para o sustento da família.Em 1994, aos 18 anos de idade, o ex-atleta teve oportunidade no Santos. “Como eu não tinha condições de pagar a passagem, tive de parar de treinar e fui dispensado”, conta Silva. Em 2001, participou do Campeonato Catarinense, ganhando R$ 800 por mês.

No final de 2002, Silva recebeu proposta de trabalho em clube de Portugal, mas, como os rendimentos eram insuficientes para a manutenção da mulher e dos dois filhos, retornou ao Brasil em um mês.No entanto, antes de viver no exterior, o ex-jogador de futebol já apresentava bons resultados na comercialização de Fator 5. “Comecei vender e me destacar.

No primeiro mês, foram R$ 6 mil em venda. Ganhei R$ 1.250”, festeja ainda hoje Silva.De volta ao País, André Silva trabalhou por um em indústria química e, simultaneamente, voltou a vender produtos da Fator 5. Hoje a renda do ex-atleta vem somente dos negócios em vendas diretas. “Consigo manter meus dois filhos e pagar todas as minhas contas. Agora estou pensando em montar uma equipe de revendedores”, almeja.

LONGA DATA
A relação entre a dona de casa Maria Rodrigues Soares e a Hermes vem de longe. “Conheço a empresa faz 20 anos, desde quando eu morava no interior do Ceará”, diz. Há quatro anos, Maria tem renda oriunda exclusivamente da venda de produtos catalogados pela Hermes.Segundo a revendedora, não existem regras. “As pessoas compram roupas, acessórios, itens variados. Vendo de porta em porta, na frente da escola, em reuniões de amigos”, conta.
Quando necessário, Maria tem de deixar afazeres domésticos de lado e se dedicar ao negócio. “Eu trabalho de segunda a segunda, principalmente nos finais de semana.” O ganho é variável e, em média, Maria fatura R$ 200 para complementar a renda famíliar. “Há meses em que dá para vender mais, mas sempre consigo pagar meu plano de saúde e o do meu filho.”

REALIZAÇÃO
A economista Lídia Toscano de Britto renunciou a 15 anos de trabalho na Caixa Econômica Federal para se dedicar exclusivamente à experiência de ser mãe de trigêmeos. “Foi uma luta muito grande para eu conseguir ter meus filhos após 17 anos de casamento ”, diz. Agora, após nove anos, Lídia retorna aos poucos à atividade e hoje é uma consultora Natura.Lídia foi estimulada a entrar no setor no fim do ano passado por uma amiga que atua em vendas diretas há 8 anos. “Comecei a vender para familiares e amigos. Peguei uma época boa e fiquei animada com as vendas de Natal”, conta. A partir de janeiro, a economista passou a ver as vendas como negócio. “Converso com consultoras mais experientes para aprender cada vez mais.”O rendimento médio alcançado por Lídia é de R$ 600 por mês. A economista acredita que ainda não formou a base de clientes e que, por isso, as vendas estão instáveis. “Eu preciso estar atenta e diversificar meu público. A cada mês eu encontro um nicho novo”, conta.

Revendedoras transformam catálogos em bom negócio
O investimento na criação de estoque para pronta entrega fez de Célia Brandão, de 40 anos, uma campeã de vendas dos produtos Natura. Atuando no setor desde os 22 anos de idade, a consultora tem hoje escritório no Itaim Bibi para atender 1,5 mil clientes. Além da estrutura, Célia conta com o trabalho de mais 30 revendedoras.Há dez anos, a família entrou para o negócio. “Quando meu marido saiu do emprego, investimos, arriscamos e acreditamos”, conta Célia. Atualmente, o filho também colabora nas vendas e juntos têm rendimento médio mensal de R$ 6 mil. Célia conta ainda que vendas diretas exigem dedicação e abandono de alguns hábitos. “Às vezes não reunimos a família para jantar. Dizem que quem trabalha por conta própria faz seu horário, mas não são bem assim as coisas.”

Segundo a consultora Natura, o empreendimento exige empenho da revendedora.
“É preciso dedicação, esforço, saber receber os clientes e elaborar os pedidos”, conta Célia.A estudante de publicidade e propaganda Maria Cristina Pires, de 25 anos, também pretende crescer no setor de vendas diretas. Atualmente, ela fatura em média R$ 2 mil por mês e tem 50 revendedoras.As vendas de produtos Avon ajudaram a complementar a renda familiar e a custear a faculdade. O perfil de Cristina estimulou o negócio. “Eu acho que sou muito comunicativa e tento convencer a cliente da necessidade do produto”, conta.Animada com o crescimento promissor, Maria Cristina faz planos ambiciosos a curto prazo. “Eu quero abrir um escritório e ter mil revendedoras até o final de 2007.”

 

Internet apresenta deflação de 1% em novembro

Segundo dados do índice e-Flation, os preços do comércio eletrônico no Brasil em novembro sofreram deflação de 1,01%. A principal queda foi registrada pela categoria “Informática”, com deflação de 6,80%, seguida pela categoria “CDs e DVDs”, que registrou baixa de 3,95%.Outras categorias também apresentaram deflação: “Telefonia”, 0,86%; “Brinquedos”, 1,16%; “Perfumaria”, 2,71%; e “Linha branca”, 2,96%.

Foi apurada uma inflação de 6,39% na categoria “Viagem e turismo”, de 5,42% na categoria “Livros”, de 2,75% na categoria “Eletroeletrônicos”, e de 1,12% na categoria “Produtos para casa”. A cesta composta apenas por “Automóveis” teve um índice de inflação de 0,26%.

O índice e-Flation foi desenvolvido pelo Programa de Administração do Varejo (Provar) da Fundação Instituto de Administração (FIA), em parceria com a Consultoria Canal Varejo. Os itens que compõem a cesta de cada uma das categorias são aqueles chamados de “campeões de vendas” dos principais sites de comércio eletrônico. A inflação para automóveis é elaborada tendo como fonte os sites das montadoras brasileiras.

Fonte: IT Web

10 novos serviços online que indicam o futuro da Web 2.0

São Paulo - Conheça 10 novas empresas de internet que estão aproveitando a onda da Web 2.0 para oferecer serviços online inovadores.

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Você conhece bem serviços como YouTube, Flickr, Google e WordPress, responsáveis por liderar o movimento online conhecido como Web 2.0.

Mas o que espera os usuários em um futuro em curto prazo agora que a colaboração, os softwares online e o remix de informações já são uma realidade?

Na última semana, o evento TechCrunch40, liderado pelo blog de empreendedorismo TechCrunch, reuniu 40 startups de internet com as idéias mais inovadoras para serviços que deverão começar a se popularizar a partir de 2008.

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Entre os 40 projetos, o IDG Now! selecionou 10 serviços online que indicam possíveis futuros para a internet, com destaque para a explosão nos sites de agregação de conteúdo e que se apóiam na comunidade para produzir algo fora do mundo digital.

Confira a lista.

Conteúdo multimídia online

XRT3D

Para abrir seu navegador, acessar seus programas no sistema operacional ou mesmo jogar games, você usa essencialmente um mouse e um teclado conectados ao seu PC. Ao invés disto, que tal usar os próprios movimentos do corpo? A startup XRT3D apresentou uma tecnologia que, integrada a uma webcam conectada a um algoritmo, transforma os movimentos do usuário na frente do PC em interface para controlar o micro.

Além de games e redes sociais tridimensionais, como o Second Life, o sistema pode ser usado em softwares no desktop, como demonstra Doug Rosenberg, fundador do XRT3D, em vídeo em que o programa é controlado por simples movimentos de mão em frente à webcam.

Viewdle

Atualmente, a busca em sites de vídeo é baseado primordialmente no uso de palavras-chave: você digita dois termos que foram associados ao vídeo e o serviço lhe devolve uma lista com todas as obras que mais se aproximam delas. O conteúdo do vídeo, porém, é ignorado e é nesta premissa que o Viewdle aposta.

Por meio de algoritmos que encontram e registram os rostos presentes em cada vídeo, o serviço é capaz de informar qual personalidade aparece em que trecho de cada filme, detalhando ainda mais as buscas.

A agência de notícias Reuters começou a testar o serviço na sua gigantesca base de notícias visuais. É possível ver como o serviço funciona, destacando a maior eficiência que o algoritmo oferece a seus leitores na busca por determinada celebridade, político ou atleta.

Agregadores de informação

PowerSet

Todos buscadores atuais confiam num simples sistema que bate a combinação  de palavras digitadas pelo usuário em um banco de dados gigantesco, chamado índice, para decidir quais as páginas que mais podem se ajustar à procura.

Por mais que tenha atingido seu ápice no algoritmo PageRank, do Google, o modelo ainda está longe de tornar buscadores em versões digitais do Oráculo, onde qualquer pergunta retorna a resposta correta que o usuário procura.
O PowerSet é uma aposta da startup homônima para investir na busca que dá mais valor ao significado da frase que no acúmulo de diferentes palavras, oferecendo, segundo palavras do próprio serviço, “buscas mais naturais e intuitivas”.

As diferenças entre a abordagem do PowerSet e dos atuais buscadores fica evidente em um exemplo publicado no blog do serviço.

Story Blender

Na recente ondas de mashups que fez com que Microsoft, Google e Yahoo oferecessem ferramentas para junção de conteúdos online, o Story Blender é uma plataforma online que, ao contrário de feeds de notícia ou mapas, baseia seus mashups em vídeos.

Pelo serviço, usuários podem editar e cortar vídeos próprios ou escolhidos da comunidade, acrescentando textos, fotos e músicas. Ao contrário de serviços atuais de mashups, o Story Blender traz ferramentas que são mais fáceis de entender e lidar para usuários leigos.

Terminado o trabalho, é possível publicar a própria obra na rede social do serviço, que aposta na construção coletiva dos vídeos  avaliados, copiados e mixados pela comunidade

Mint

Da mesma maneira que serviços como SalesForce.com oferecem ferramentas corporativas direto da internet, o Mint é um serviço que gerencia o dinheiro do usuário dentro de um navegador.

O Mint se conecta aos servidores de bancos e operadoras de cartões de crédito para, a partir da conta corrente registrada, consolidar a posição financeira do usuário com informações sobre contas que devem ser pagas e faturas de cartões de créditos.

Além de alertá-lo sobre futuros débitos, o serviço também analisa o balanço da conta corrente para comparar gastos em diferentes categorias e sugerir  possíveis cortes ou indicar gastos exagerados em hábitos não registrados em meses anteriores, como em restaurantes.

Para não afastar clientes que temem vazamento de informações, o Mint afirma que os registros financeiros dos usuários são anônimos.

PubMatic

O PubMatic promete integrar todas as campanhas de links patrocinados na internet, sejam elas feitas pelos serviços do Google, do Yahoo ou da Microsoft, dentro de uma mesma plataforma online.

Além de evitar o gerenciamento de diversos serviços, a startup promete analisar os sites onde os anúncios estão sendo reproduzidos para escolher qual plataforma de publicidade pode trazer os maiores lucros ao usuário e qual melhor estilo (tamanho, cor e até mesmo texto a ser usado) do anúncio para tanto

Além de links patrocinados, o serviço promete também funções para divulgar anúncios em banners e vídeo, como os que o Google está testando dentro da sua rede AdSense.

TripIT

A TripIt é uma plataforma online que integra informações sobre uma futura viagem para criar um itinerário completo que inclui horários dos vôos, localização do hotel e lugares onde o usuários que ir.

Ao repassar e-mails de confirmação das reservas feitas junto à companhia aérea, ao hotel e até mesmo à locadora de carros, o TripIt  monta um itinerário básico com os dias da viagem, a localização do hotel e o clima previsto para a região no período.

A partir daí, o usuário pode acrescentar pontos de interesse ou até mesmo escolher alguns sugeridos na região pelo TripIt, que avisa o usuário por e-mail de compromissos e apresenta itinerários de outros usuários nos quais o usuário pode se espelhar.

Orgoo

As diversas janelinhas de diferentes comunicadores instantâneos piscando é algo que a startup Orgoo pretende ao integrar, em uma mesma interface online, muitos serviços de mensagens e contas de e-mails.

Ao invés de baixar softwares para trocar mensagens com seus amigos ou alternar entre seus diferentes serviços de e-mail para conferir novas mensagens, o Orgoo congrega, em uma interface que lembra o Outlook, da Microsoft, múltiplas contas de e-mail em POP e SMTP com cinco comunicadores: AIM, Microsoft Live Messenger, Yahoo Messenger, Google Talk e ICQ.

O Orgoo permitirá a busca tanto nos históricos de conversas como nas diferentes caixas de entrada por apenas um mecanismo de busca e, para usuários gratuitos, oferecerá 3 GB de espaço para armazenamento.
Ponoko

Ao invés da industrialização em grande escala, o serviço Ponoko ser uma plataforma de fabricação de produtos criados pela própria comunidade e consumidas em pequenas quantidades. Da mesma maneira que as camisetas já foram alvo de serviços similares (no Brasil, a Camiseteria é o melhor exemplo), usuários do Ponoko enviam projetos de móveis, jóias, enfeites e utensílios domésticos para que a comunidade vote.

Caso outro usuário goste do produto, ele pode encomendá-lo ao Ponoko, que, junto ao designer, envia o material e contrata um fabricante perto de onde o comprador morar, reduzindo custos com frete. Além do comércio, designers, fabricantes e compradores podem trocar projetos gratuitos e expôr dúvidas no fórum que apóia a comunidade do Ponoko.

Metaplace

Por mais que sofra críticas quantos aos investimentos corporativos, o Second Life deixou claro que há espaço para empresas divulgarem produtos em mundos virtuais. Ao contrário da popular rede da Linden Labs, a Metaplace se apresenta como uma construtora de mundos virtuais que não precisa necessariamente de um cliente específico para funcionar.

Além de apostar na popularização entre usuários finais, que poderão incluir seus próprios mundos em blogs e redes sociais, a Metaplace vê como potencial o desenvolvimento de lojas ou games para empresas explorarem da maneira mais personalizada possível.

Em seu site, a Metaplace sugere que a criação dos mundos virtuais seja tão fácil como copiar e colar um link online, oferecendo kits de ferramentas para construção que se baseiam no modelo de “arrastar e colar” presente no gerenciamento de pastas dos sistemas operacionais.

Lucro com publicidade na web 2.0 ultrapassa US$ 4 bilhões em 2011

São Paulo - Anúncios na era do conteúdo gerado por usuários chegarão a superar U$ 1 bi este ano, mais que o dobro da renda de 2006.

Em 2011, o lucro obtido através de publicidade relacionada ao conteúdo gerado por usuários da web será de 4,3 bilhões de dólares, informa o relatório “User Generated Report”, do eMarketer. Para este ano, a previsão ficou em 1,04 bilhão de dólares.

A pesquisa analisa as rápidas mudanças trazidas pela geração de conteúdo pelos usuários, além da distribuição do mesmo. Em 2006, o número ficou em 450 milhões de dólares - menos da metade do total previsto para 2007.

É a primeira vez que consumidores determinam o que é produzido e onde este material é distribuído, afirma o relatório. Esta função, até então, era designada aos publicitários.

A pesquisa foi liderada por empresas que encabeçam o fenômeno conhecido como web 2.0. Entre elas estão MySpace, YouTube, Facebook e Photobucket.

Google monta ‘exército’ para brigar com Facebook

Redes sociais lideradas pelo Google terão plataforma padronizada, diz jornal.

Objetivo é permitir que novos aplicativos sejam compatíveis com diversas redes.

Do G1, com informações do ‘New York Times’

O Google e algumas das redes sociais mais populares da internet se juntaram para enfrentar seu mais novo concorrente de peso: o Facebook. Na quinta-feira (1), informa o jornal “The New York Times”, uma aliança feita entre diversas companhias dará início a um processo de padronização que permitirá aos desenvolvedores de softwares criar programas compatíveis com o Orkut (do Google), o LinkedIn, o hi5, o Friendster, o Plaxo e o Ning, entre outras redes sociais. Essa plataforma comum será chamada de OpenSocial.

A estratégia, diz a publicação, tem como foco a concorrência com o Facebook. Essa rede social, que na semana passada teve 1,6% comprada pela gigante Microsoft, já permite que desenvolvedores criem aplicativos para o serviço – atualmente são mais de sete mil deles, adotados por grande parte dos cerca de 50 milhões de usuários. Com essas ferramentas, também chamadas de “widgets”, o internauta pode divulgar para onde já viajou, as línguas que fala, colocar papéis de parede personalizados, informar o livro que está lendo e criar sua árvore genealógica, por exemplo.  

“A aliança vai promover essa possibilidade já existente no Facebook, que aceita programas desenvolvidos por qualquer pessoa”, afirmou ao “NYT” uma pessoa ligada a essa nova aliança, que não quis se identificar. “Essa é uma alternativa aberta ao Facebook”, continuou. Além das redes sociais, a aliança inclui desenvolvedores de softwares como a Salesforce e a Oracle.

Ainda de acordo com uma pessoa ligada à aliança, todos os sites de relacionamento dessa iniciativa somam mais de 100 milhões de usuários, o dobro de membros cadastrados no Facebook. O site foi lançado em 2004 por Mark Zuckerberg, hoje com 23 anos. No ano passado, a empresa rejeitou uma oferta de compra de US$ 1 bilhão feita pelo Yahoo!.

 Batalha dos recursos

Reprodução

Reprodução

Myspace ganhou versão brasileira (Reprodução)

Essa onda da criação de aplicativos, recentemente noticiada pelo G1, representa uma verdadeira batalha pela oferta de recursos. Em seu foco está a conquista por novos usuários das redes sociais, além da preocupação em manter os antigos. Uma das principais razões pelo grande interesse das redes nos usuários é simples: superpopulosos, os universos digitais atraem anunciantes, que estão dispostos a pagar para mostrar seus produtos e serviços a grandes audiências.

“As grandes redes sociais estão ligadas a empresas que querem explorar ao máximo o valor econômico de seus produtos. Para isso, elas oferecem aos anunciantes a possibilidade de relacionamento com um universo muito vasto de pessoas”, explicou ao G1 Marcelo Coutinho, diretor-executivo do Ibope Inteligência.

Armados com a grande oferta de aplicativos, as redes sociais saem em busca de novos mercados – o MySpace, por exemplo, acaba de lançar sua versão brasileira, enquanto a parceria entre Microsoft e Facebook tem como objetivo fortalecer esta rede fora dos EUA.

Em entrevista ao G1, Alexandre Hohagen, diretor-geral do Google Brasil, afirmou que essa concorrência é “ótima”. “Esse é um mercado enorme, com grande potencial, e considero excelente a chegada dos concorrentes. Haverá mais ofertas”, disse o executivo.

Parte da tranqüilidade do Google está ligada à quantidade de internautas já conquistada no Brasil, a chamada massa crítica. “Se você quer ir a uma festa para conhecer alguém, as chances são muito maiores se houver mais gente”, compara o especialista. “Considero o Facebook muito bom, mas há poucos brasileiros por lá. O Orkut tem mil vezes mais brasileiros.” Por isso, Hohagen afirma que o desafio das redes sociais interessadas no Brasil está na conquista dos internautas locais.

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Pequenas e médias empresas aderem ao e-commerce

Os empresários das micros, pequenas e médias empresas (MPMEs) estão conscientes sobre a importância da adoção de tecnologia da informação e da digitalização de processos para as vendas on-line. A afirmação é de um recente estudo do e-Bit associado à Camara-e.net.A pesquisa revela que 77,1% das 8 mil empresas que participaram da pesquisa possuem página na Internet e 45,8% fazem comércio eletrônico, contra os 47,6% que ainda não aderiram à forma virtual de vender seus produtos. Ainda segundo dados apontados pelo e-Bit, mais de 37% das respostas apontam a falta de informação disponível a quem está começando nesse setor e a baixa capacitação dos recursos humanos como os principais desafios para quem quer se digitalizar.

Quando questionadas sobre o faturamento que o comércio eletrônico representa dentro do total da empresa, 20,9% das respostas apontaram entre 5% e 10%. “A primeira decepção do empresário é com o custo e com toda a implantação da infra-estrutura necessária para integrar suas vendas no mundo virtual”, explica Eduardo Favoretto, fundador do site iBUSCAS, que calcula um gasto de R$ 30 mil para as empresas implementarem um projeto de e-commerce.

Segundo o especialista, os maiores investimentos são direcionados a técnicos, funcionários especializados e mão-de-obra associada em aprovação de créditos, por exemplo, além de equipamentos. Dessa forma, o executivo defende que a terceirização do e-commerce é uma opção mais barata e eficaz para os empreendedores.

Favoretto explica que no modelo de outsourcing as empresas pagam uma mensalidade pelo serviço contratado de cerca de R$ 500, além das porcentagens de comissões, “que já existem nos contratos tradicionais”. Para iniciar as vendas pela Internet, o especialista revela que é necessário um período de seis meses de testes.

Entre as vantagens do e-commerce, Favoretto aponta a oportunidade de a empresa ampliar sua atuação no mercado. “Os clientes que a empresa atende podem ultrapassar sua região, chegando também às cidades próximas, assim como até outros países”, afirma.

Fonte: IT Web